Este pretende ser um "espaço" público de partilha de ideias, um espaço de comunicação...

21
Set 14

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Encontrei-te fortuitamente,

Como que por mera casualidade,

Numa noite de outono,

Fresca e nublada.

Atraíste-me a ti,

Como um íman potente.

E sem razão aparente,

Embarcamos na caminhada.

Ao meu ouvido,

Balbuciaste algumas palavras,

Numa língua,

Que não a minha.

Toquei-te no rosto,

Entendeste a mensagem!

Endereçaste-me um desafio,

E eu anuí.

E dançamos na praça,

Debaixo da chuva,

Que entretanto,

De mansinho caía.

Dançamos,

E dançamos mais,

Com os corpos molhados,

Colados e calados.

E ao som do silêncio,

Fez-se sentido!

Disseste-me adeus.

E eu parti!

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 23:41

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