Este pretende ser um "espaço" público de partilha de ideias, um espaço de comunicação...

05
Jun 09

Estátua de Espinosa, em Haia

A concepção de Deus, segundo a qual todas as coisas que existem são partes ou manifestações de uma única realidade divina. Assim, Deus e o mundo são uma e a mesma coisa, pelo que Deus é imanente e não transcendente. A ideia de um Deus criador e providencial é afastada pelo panteísta, pelo que este se afasta, simultaneamente, das concepções monoteístas e politeístas; distingue-se também do teísmo, do deísmo e do ateísmo, embora alguns filósofos teístas o considerem uma forma disfarçada de ateísmo. O panteísmo costuma ser associado aos estóicos mas os seus mais destacados defensores foram Espinosa (1632-77) e Hegel.

Ver:  Dicionário Escolar de Filosofia

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 00:03

03
Jun 09

Os valores religiosos podem ser alcançados de dois modos. Um dos "caminhos" é a , pela qual os referidos valores se revelam de modo transcendente aos homens, pela revelação.

Uma vez alcançados pela fé, são posteriormente analisados pela razão, por ela esclarecidos e justificados (Teologia).

Nesta primeira situação, verifica-se a subordinação da razão, da Filosofia à fé, à Teologia, apresentando-se a Filosofia como uma "escrava da Teologia". Foi o que sucedeu durante grande parte da idade Média, cujo lema se pode resumir ao conhecido "creio para compreender", de Sto Anselmo.

Uma outra via ou caminho de acesso aos ditos valores, consiste na via racional (razão), ignorando qualquer revelação ou crença (Teologia Racional).

Este segundo caminho é o inverso do primeiro: compreendo, em primeiro lugar, para depois crer.

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 23:36

01
Jun 09

Aos valores religiosos não adere nenhum dever-ser. Não são valores de um dever-ser mas de um Ser, como refere Hessen em Filosofia dos Valores. Nisso se afastam dos valores éticos, para se aproximarem dos estéticos. No entanto, a realidade do sagrado não é, como a do belo, apenas uma realidade aparente, mas uma realidade no mais eminente sentido desta palavra: o sagrado/divino é, ao mesmo tempo, valor e ser. 

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 23:37

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