Este pretende ser um "espaço" público de partilha de ideias, um espaço de comunicação...

11
Dez 08
 13 de Dezembro de 2008 (próximo sábado)

Aula Magna da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa

 

Organização:

Sociedade Portuguesa de Ciências Cognitivas com a colaboração da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa

 

Programa:

09:00    Abertura do Secretariado

09:30    Prisioneiros do próprio cérebro ou livres na vontade

Sara Fernandes, UCP - Lisboa

10:15    A ilusão de liberdade

José António Alves, UCP - Braga

11:00    Intervalo

11:30    As bases neurobiológicas da ética em António Damásio

Alfredo Dinis, UCP - Braga

12:15    Almoço

14:30    A vida perfeita: sem ética e sem neurónios

Manuel Curado, UM

15:15    Constrangimentos à plasticidade estrutural na relação humana: mudança no eu e nos valores

Judite Zamith Cruz, UM

16:00    Intervalo

16:15   Neuromarketing: emoções e relevância social nos cérebros dos consumidores

José Paulo Santos, ISMAI

17:00    Fundamentos naturais da ética: onde está o contra-senso?

Ana Morais Santos; UBI

17:45    Encerramento

 

Mais Informações:

José António Alves

jalves@braga.ucp.pt

jalvespt@iol.pt

tel. 253 201 204

 

 (Ver exemplo de dilema ético)

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 21:36

"Aquilo que coloca a arte numa posição oposta às outras actividades humanas parece-nos ser o seu carácter "não figurativo". Pois que até a Arte mais simples - a Arte infantil ou demente e mesmo a Arte trivial - é ainda transfigurativa na medida em que ultrapassa a realidade vulgar por meio de uma idealização, por mínima que seja. Não é a realidade pura, mas uma realidade revista e corrigida pelo homem que aparece nela através da Arte. (...) Para que a arte fosse totalmente realista seria preciso suprimir o autor. Já não haveria saltimbancos desnudos, nem candeeiros acesos em pleno dia. (...) Se tivesse sido idêntica ao real, a arte já não seria artística. (...) Que se diga que a arte é transposição ou simbolização, evasão ou ultrapassagem, pouco importa. É sempre a passagem de uma realidade vulgar para um mundo sobre-real que ela instala numa existência autónoma. Se assim for, eis o critério encontrado: é precisamente o grau de transfiguração. Quanto mais a obra fica terra-a-terra menos é obra de arte. Quanto menos ela é natural mais é artística."   

HUISMAN, Denis, A Estética, Edições 70    

(Ver ARTE                                                                  

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 09:57

Dezembro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10

15

21
25
27



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
Filosofia
mais sobre mim
pesquisar
 
Neste Momento
online
blogs SAPO