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Para os casais que querem mas não podem ter filhos resta sempre a possibilidade de adoção ou de fecundação in vitro. Adotar uma criança pode ser uma solução, quer para esses casais, quer para as crianças que foram abandonadas e/ou retiradas aos seus progenitores por maus tratos, pobreza extrema, educação deficitária ou outro motivo previsto na lei. A fecundação in vitro também é uma solução viável para esses casais desesperados.

Porém, nem sempre tudo corre como o previsto. O exemplo real que se segue reporta-se à fecundação in vitro e retrata problemas morais complexos, como o caso de M. António Hernández, do Chile.

Hernández enriqueceu com o cobre. Tem um filho, Juan, do primeiro casamento. Casa-se em segundas núpcias com Conchita. Queriam ter filhos, mas como os dois se deparam com problemas insolúveis, viajam para Melbourne. Extraem-se óvulos de Conchita; um doador de esperma é convocado com a máxima discrição: dá-se a fecundação in vitro. Sucesso. Congelamento dos embriões.

Todavia, antes de ser realizada a implantação, Hernández e Conchita morrem num acidente de avião. Questiona-se: o que fazer com os embriões congelados? Deixá-los morrer? Implantá-los? Em quem? Quais serão os direitos da mãe de aluguer sobre a criança? E, depois, quem será herdeiro da fortuna de Hernandéz? Juan? O primeiro filho ou os filhos nascidos por incubação?    

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 02:29

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