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Dez 08

 Pensam os homens e mulheres de maneira diferente sobre a ética?

  1. A resposta de um rapaz (Jake) de onze anos:

R. Para começar, uma vida humana vale mais do que o dinheiro, e se o farmacêutico ganhar apenas mil dólares, continua vivo, mas se Heinz não roubar o medicamento, a sua mulher morre.

P. Por que razão a vida humana vale mais que o dinheiro?

R. Porque o farmacêutico pode ganhar mil dólares mais tarde, pagos por pessoas ricas com cancro, mas Heinz não pode recuperar a sua mulher.

P. E porque não?

R. Porque as pessoas são todas diferentes e por isso não seria possível recuperar outra vez a mulher de Heinz.

 

      2.   A resposta de uma rapariga (Amy), também de onze anos:

 

R. Bem, eu penso que não. Penso que poderia haver outras maneiras além do roubo, como por exemplo se pudesse pedir o dinheiro ou fazer um empréstimo ou coisa do género, mas ele não devia roubar o medicamento. Mas a mulher dele também não devia morrer... Se ele roubasse o medicamento, poderia salvar a mulher, mas se roubasse, podia ir para a cadeia e, então, a sua mulher podia piorar outra vez, e ele já não podia arranjar mais medicamentos, e isso podia não ser bom. Por isso, eles deviam realmente conversar e descobrir outra maneira de arranjar o dinheiro.

RACHELS, James, Elementos de Filosofia Moral, Gradiva

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 12:20

Bom ele nao fez bem e nem mau +acho q cm o desespero q ele estava ele nao pensou duas vezes e a unica solução q veio na cabeça dle foi roubar pois msm ele sabendo q poderia parar na cadeia +a vida d uma pessoa q estava correndo risco e ele nao queria perde a mulher
dele de forma alguma.
Mirian helany a 25 de Junho de 2012 às 14:31

Eu acho que em termos morais ambos erraram. Porque o farmaceutico nao solidario e foi egoista (foi anomico). E o Heinz fazia um algo errado que na o serve na sociedade civil...robava
Dotinho Namuno a 10 de Abril de 2013 às 12:20

Eu acho que em termos morais ambos erraram. Porque o farmaceutico nao solidario e foi egoista (foi anomico). E o Heinz fazia um algo errado que na o serve na sociedade civil...robava
Dotinho Namuno a 10 de Abril de 2013 às 12:21

Olha, sinceramente.. Acho que buscamos uma razão para explicar enquanto a resposta com certeza deve ser o amor.
Rafael dos Santos a 20 de Março de 2014 às 21:26

Um erro não justifica outro. Se o Heinz tivesse absoluta certeza de que sua mulher, ao tomar o remédio, recobraria a saúde, a sua atitude estaria plenamente EXPLICADA, mas jamais JUSTIFICADA. O farmacêutico, por seu turno, haverá de prestar contas à sua consciência pela sua ganância que, sem demérito de sua competência científica, é absolutamente prejudicial à sua própria saúde psíquica, além de está colaborando com a morte de um semelhante. Neste caso, o farmacêutico está cometendo o crime de homicídio indireto.
Essa situação, conforme posta, a meu ver, não comporta uma solução pacífica, mas pender-se para o Heinz ou para o farmacêutico estaríamos julgando o nosso semelhante. A cada um segundo as suas obras.
Lindomar a 14 de Fevereiro de 2016 às 21:36

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