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Jun 13

    A revista Visão desta semana faz alusão a Aristides de Sousa Mendes e às vidas salvas graças à sua ação diplomática.

Desafiando ordens expressas do ministro dos Negócios Estrangeiros, António de Oliveira Salazar, Sousa Mendes concedeu 30.000 vistos de entrada em Portugal a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir de França em 1940, salvando, assim, a vida de milhares de pessoas, das quais cerca de 10.000 judeus.

Aristides de Sousa Mendes experienciou um genuíno Dilema Ético, tendo que ponderar e decidir entre valores materiais - a sua estabilidade profissional e segurança económica - e valores éticos e políticos - a vida e a liberdade de milhares de cidadãos inocentes.

Decidir nunca é um processo fácil, sobretudo quando envolve alternativas com consequências tão drásticas quanto as que Sousa Mendes teve que enfrentar.

Consta que os seus cabelos esbranquiçaram, de tão difícil e extenuante o dilema por si enfrentado.

O "preço" pago pela sua ousadia foi elevado, tendo sucumbido na miséria.

 

 Alguns dados biográficos:

Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches (Carregal do Sal, Cabanas de Viriato, 19 de Julho de 1885 — Lisboa, 3 de Abril de 1954) foi um diplomata português. Cônsul de Portugal em Bordéus no ano da invasão da França pela Alemanha Nazi na Segunda Guerra Mundial.

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 13:11

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