Este pretende ser um "espaço" público de partilha de ideias, um espaço de comunicação...

06
Set 11

 

 

E se o Homem descobrisse o "elixir da eterna juventude" e deixasse de ser um "ser para a morte", a vida deixaria de ser absurda? Afinal, não é a presença da morte que conduz a reflexão filosófica à questão do sentido da vida?

A imortalidade seria como um "Domingo infinito", um "perpétuo hoje", um "presente que permanece presente" uma "estrada sem fim". A imortalidade anularia, assim, a natureza temporal do Homem. Dado que a Existência Humana é sempre uma projecção de nós mesmos no futuro: é a cada momento estar essencialmente "a caminho" do que fomos e tentamos ser, para o que seremos, o futuro toma precedência sobre o passado e o presente. Deste modo, a existência humana e o seu sentido pressupõem a morte como "balizadora" do que seremos e do que poderíamos ter sido.

O Homem Imortal estaria condenado ao tédio, ao inferno e à permanente indefinição.

Que outra coisa poderíamos imaginar como mais absurda e sem sentido do que isto?

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 01:43

e se... óptimo texto filosófico, gostei muito!
Empresas de Criopreservação a 4 de Novembro de 2011 às 17:30

Para que viver para sempre? num pais onde a pobreza cada vez é maior? num mundo onde as desigualdades, as guerras e conflitos entre populações são maiores? Se vivêssemos num paraíso valia a pena, agora vermos o ser humano a destruir-se aos poucos, mais vale viver só até uma força superior quiser!
Empresas de Criopreservação a 6 de Dezembro de 2011 às 17:23

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