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Espanha tem planos para a criação de um Cemitério-Laboratório Ibero-Americano de Criopreservação, onde corpos podem ser congelados na esperança de que, entretanto, a ciência descubra meio de ressuscitá-los.

O cemitério, que ainda não tem data para ser construído, terá capacidade para receber 500 corpos e o seu financiamento é garantido por interessados de alto poder aquisitivo que não só desejam viver eternamente, como ainda esperam beneficiar de descobertas científicas futuras para estar sempre jovens.

Os corpos são congelados sob uma temperatura de 196 graus abaixo de zero num caixão de alta tecnologia industrial. Os cadáveres serão conservados numa espécie de urna de aço com um gerador de nitrogénio líquido projectado pelo engenheiro da Associação Ibero-Americana de Criopreservação. Segundo avançou a BBC, esta medida poderá “manter o corpo em bom estado durante aproximadamente um século".

 

A Notícia AQUI

 

Embora com matizes diferentes, esta notícia traz à memória o monstro de "Frankenstein" e renova a questão do significado da vida. O monstro foi literalmente "lançado no mundo", num mundo e num corpo que não escolheu. Daí o sentimento de "absurdo", um sentimento quase metafísico que traduz o divórcio profundo do homem (o monstro, neste caso) em relação ao mundo. Sente-se o ser mais desnaturado para quem o exterior se revela opaco e estranho. Dado que o homem é o "ser cujo ser é uma questão para si", o  ab surdo nasce do confronto entre o apelo humano, a procura de sentido e o silêncio irracional do mundo.

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 22:43

Caro:

Eu cá não me importava nada de viver eternamente!

Saudações
Ramiro a 1 de Setembro de 2011 às 12:36

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