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Abr 09

 

 

 

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Ora, a vida faz sentido.
Logo, Deus existe.

Este argumento é uma conhecida falácia: trata-se da falácia da afirmação do consequente ou do "Modus ponens". 

Mesmo intuitivamente, isto é, sem recurso a inspectores de circunstâncias, apercebemo-nos da invalidade do argumento. Com efeito, da afirmação do consequente (a vida faz sentido) não se infere o antecedente (Deus existe).

Há ainda a considerar uma outra falácia em relação ao silogismo hipotético condicional. É a falácia da negação do antececente ou do  "Modus tollens" e comete-se quando se nega o antecedente no lugar de se negar o consequente. Assim, retomando o exemplo referido, se argumentássemos da seguinte forma -

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Ora, Deus não existe.
Logo, a vida não faz sentido.

 - estaríamos a cometer um erro de raciocínio, ou seja, uma falácia.

O silogismo hipotético condicional comporta dois modos válidos: o Modus Ponens ou ponendo ponens (pôr)

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Ora, Deus existe.
Logo, a vida faz sentido.

 e o Modus Tollens ou tolendo tollens (tirar)

Se Deus existe, a vida faz sentido.
Ora, a vida não faz sentido.
Logo, Deus não existe.

publicado por Carlos João da Cunha Silva às 23:37

Boa noite, muito obrigado por me satisfazer minha dúvida, é só nesse site que encontrei a melhore resposta que queria.

Seja bem-vindo, Osvaldo e ... disponha.

Cumprimentos
CSilva


Boa noite agradeco bastante esse site ajuda-me muito,
Ercidio ngumula a 25 de Maio de 2015 às 21:10

Obrigado pela ajuda continuem assim.
Anónimo a 27 de Março de 2016 às 16:15

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